quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Filho do Homem

Reminiscência de um tempo futuro
Daquilo que foi e ainda está por vir...
Do Sol, a face d’um absoluto escuro
Por estes versos, Deus pensou existir

Pensou profunda e intrinsecamente
Do alto de sua infinita inconsciência
Ser de todo o universo e consciência
O futuro, o passado e o presente...

... Um soneto inacabado, subcultura...
 Fruto da mente humana, a criatura
Da sua própria essência, obra-prima...
                                                         (Rafael de Oliveira)

Um comentário:

  1. Adorei!

    Em minha visão, eu poderia resumir, de maneira bem singela, esse poema com a seguinte frase: Quem veio antes, o homem ou Deus.

    Espero estar seguindo a lógica correta ^^

    abraços

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