sábado, 4 de setembro de 2010

Desabafo de um Poeta

Jamais espere de mim mediocridade
Não sou homem, sou poeta
E no lixo não habita a poesia

Não deve esperar de mim felicidade
Sou ser que pensa, interpreta
E não conluio com tamanha utopia

De forma alguma espere de mim, sobretudo
Que me filie à Literatura comercial
Pois me causa mais ojeriza do que tudo
Descer à massa e vender carnaval.
                                           (Rafael de Oliveira)

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